Desde as catacumbas dos primeiros cristãos, a Igreja utilizou símbolos para catequizar e afirmar verdades de fé. Entenda a iconografia sagrada.
Foi um dos primeiros símbolos cristãos, usado em segredo durante as perseguições romanas. A palavra grega para peixe é ICHTHYS, que era um acróstico perfeito para "Iesous Christos Theou Yios Soter" (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador).
O monograma de Cristo. É formado pela sobreposição das duas primeiras letras do alfabeto grego usadas na palavra "Cristo" (ΧΡΙΣΤΟΣ): o Chi (X) e o Rho (P). Popularizou-se após o imperador Constantino o adotar em seus estandartes bélicos antes de se converter.
Tratam-se da primeira e da última letra do alfabeto grego. No livro do Apocalipse, Cristo afirma: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim" (Ap 21,6), simbolizando a eternidade de Deus Pai e Deus Filho.
Muitas vezes visto em vitrais e sacrários, o pelicano era creditado, na lenda antiga, com a habilidade de perfurar o próprio peito para alimentar os filhotes famintos com o seu sangue. A Igreja viu nisso um belo símbolo de **Jesus Cristo e da Sagrada Eucaristia**, onde Ele nos alimenta de forma oblativa.
Tradicionalmente retratado carregando um estandarte de vitória com e/ou deitado sobre um livro fechado de sete selos (como visto no Apocalipse). Simboliza Jesus, o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29), a perfeita Vítima da Nova Aliança.
Símbolo valioso da teologia primitiva; encontra-se largamente nas catacumbas. Ela simboliza a **Esperança Cristã**. "A esperança que temos é como uma âncora para a alma, firme e segura" (Hb 6,19). Para os primeiros cristãos, a âncora formava veladamente o formato de uma cruz sem chamar atenção dos perseguidores romanos.