Atitudes firmes, disposições habituais e perfeições da inteligência e da vontade que regulam os nossos atos, orientando a vida cristã para o bem.
Aspiram a vida humana diretamente para Deus. São infundidas por Deus na alma dos fiéis para os tornar capazes de proceder como Seus filhos e merecer a vida eterna.
É a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer, porque Ele é a própria verdade.
É a virtude pela qual desejamos o Reino dos Céus e a vida eterna como nossa felicidade, pondo a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos sempre, não nas nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo.
A mais excelsa de todas as virtudes. Pela caridade, amamos a Deus sobre todas as coisas por Ele mesmo, e ao nosso próximo como a nós mesmos por amor de Deus.
São essenciais não apenas para a religião, mas para qualquer homem bom. Todo o conjunto das demais virtudes morais se agrupa em torno destas quatro.
Dispõe a razão prática a discernir, em qualquer circunstância, o nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para o realizar. É a "auriga virtutum" (a condutora das virtudes).
Consiste na constante e firme vontade de dar aos outros (e a Deus) o que lhes é devido. A justiça para com Deus chama-se "virtude da religião". Para com os homens, dispõe à harmonia e igualdade das relações humanas.
Assegura a firmeza nas dificuldades e a constância na procura do bem. Chega a elevar o homem à capacidade do sacrifício de sua própria vida para defender uma causa justa.
Modera a atração dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos nos limites da honestidade.